Crianças e tecnologia

Certamente, você já teve contato com diversos conteúdos que abordam a relação entre crianças e tecnologia.

Por isso, ao prepararmos este material, tomamos um cuidado especial para reunir informações valiosas e que abordam muito mais do que os benefícios e malefícios da tecnologia na infância.

Aqui, você terá acesso a:

  • Estudos sobre a influência das novas tecnologias no desenvolvimento infantil;
  • Orientações sobre o tempo de tela indicado para cada faixa etária;
  • Dicas de profissionais renomados da área, como Elizabeth Kilbey;
  • Três soluções para lidar com os efeitos do excesso de telas.

Ficou interessado?

Então, continue a leitura e aprenda como transformar a relação das crianças e adolescentes com a tecnologia em uma conexão saudável.

Crianças e tecnologia: por que desconectar?

Quando o contato com a tela não é ajustado ou controlado, podem surgir diversas consequências, e a mais comum é a perda de autoridade dos pais.¹

Há situações em que os eletrônicos são utilizados como amuleto para suprir a desatenção com os pequenos. ¹

É assustador pensar que 15% das crianças entre 4 a 6 anos navegam na internet, pelo menos, três horas ao dia, de acordo com este estudo da Opinion Box.¹

E a situação só piora quando os pequenos atingem entre 7 a 9 anos. Segundo esse levantamento, 19% dos entrevistados passam três horas vidrados no mundo digital.¹

Abaixo, você confere o panorama completo da pesquisa:

Fonte: Opinion Box

Os efeitos dos aparelhos eletrônicos

É vital ter em mente que os aparelhos eletrônicos não podem ser responsáveis pela atenção das crianças.²

Muitos pais e mães, inclusive, oferecem o acesso à tela sem definir regras, e os filhos, por sua vez, acabam engolidos pela tecnologia.²

Perdem o domínio e depois colocam os celulares como vilões, sendo que a proposta inicial desta tecnologia era justamente melhorar nossas vidas. ²

A saída, portanto, é analisar a sua rotina e pensar, com cuidado, até que ponto o uso do celular foi colocado como desculpa para eles passarem o tempo e não lhe incomodarem. Faz sentido?²

Qual é a influência das novas tecnologias no desenvolvimento das crianças?

Entre as principais consequências do uso descontrolado da tecnologia, podemos destacar:³

  • Dependência digital e uso problemático das mídias Interativas;
  • Problemas de saúde mental: irritabilidade, ansiedade e depressão;
  • Transtornos do déficit de atenção e hiperatividade;
  • Transtornos do sono;
  • Transtornos de alimentação: sobrepeso/obesidade e anorexia/bulimia;
  • Sedentarismo e falta da prática de exercícios;
  • Bullying & cyberbullying;
  • Transtornos da imagem corporal e da autoestima;
  • Riscos da sexualidade, nudez, sexting, sextorsão, abuso sexual e estupro virtual;
  • Comportamentos autolesivos, indução e riscos de suicídio;
  • Aumento da violência, abusos e fatalidades;
  • Problemas visuais, miopia e síndrome visual do computador;
  • Problemas auditivos e PAIR, perda auditiva induzida pelo ruído;
  • Transtornos posturais e músculo-esqueléticos;
  • Uso de nicotina, vaping, bebidas alcoólicas, maconha, anabolizantes e outras drogas.³

E quais são os principais fatores de risco?

A seguir, você descobrirá quais são os principais fatores de risco e de proteção no contexto familiar de crianças e tecnologia, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP):³

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)³

Quanto tempo uma criança pode ficar no celular?

Crianças devem evitar o contato com as telas até os dois anos de idade, de acordo com a SBP.³

Ao completar dois anos, o limite da tecnologia passa para uma hora por dia, sempre com supervisão dos pais. Essa regra, aliás, vale até cinco anos.³

Já para os pequenos com idades entre seis a 10 anos, limite o tempo de telas entre uma ou duas horas diárias, sempre com supervisão dos responsáveis. ³

Crianças entre 11 e 18 anos estão liberadas para usar celular e videogames até três horas por dia.³

Como deve ser a relação das crianças e adolescentes com a tecnologia?

Quem nos ajuda a entender esta conexão com mais clareza é Elizabeth Kilbey, autora do livro Como criar filhos na era digital.²

Para início de conversa, nossa autora surpreende ao revelar que seu filho de oito anos tem um tablet desde os quatro.²

Ao descobrir tal fato, diversos pais questionam para ela qual a idade correta para presentear o pequeno com um aparelho desse tipo e se, de fato, é preciso apresentar a criança para a tecnologia.²

A sua decisão foi de ordem prática: para impedir discursões em casa em virtude de aparelhos, presenteou-o com um equipamento. ²

Contudo, para que ele seja usado, estipulou diversas tarefas e obrigações que seu filho deve cumprir no dia a dia.²

Desde pequeno, foi explicado a ele que as atividades escolares devem estar em dia, as notas precisam ser boas e o que for combinado entre eles precisa ser seguido à risca. Senão, o aparelho permanece desligado.²

Assim, Kilbey trabalhou desde cedo com o filho o conceito de responsabilidade e compromisso.²

Em paralelo, ela conseguiu colocar em prática a disciplina positiva para obter momentos de lazer após as atividades.²

É como se fosse uma negociação. Mas tenha em mente que cada família tem a sua própria particularidade, ok?.² 

Como deve ser a relação da família com a tecnologia?

O primeiro passo é apresentar opções diferentes de atividades para a criança no dia a dia, como atividades esportivas, exercícios ao ar livre ou em contato direto com a natureza.3

A propósito, dê o play e assista a este vídeo que mostra qual é o desafio da tecnologia na infância e o quanto é importante brincar lá fora:

Adiante, você confere outras orientações!

  • Evite publicar fotos de crianças e adolescentes em redes sociais, por qualquer motivo;
  • Defina regras saudáveis para o uso de aparelhos eletrônicos;
  • Ensine o seu filho sobre os riscos de encontros com desconhecidos online ou off-line;
  • Identifique e avalie o uso inadequado da tecnologia.3

Entendeu a relação entre crianças e tecnologia?

Esperamos que até aqui você tenha entendido melhor a relação entre crianças e tecnologia.

Contudo, nem sempre pais e mães conseguem seguir essas dicas.

Nestes casos, a consulta com um pediatra é importante para avaliar o quadro da criança e indicar os melhores tratamentos.3

Afinal, o excesso de telas desencadeia diversos problemas, como a queda da imunidade, obesidade e depressão3

Como consequência, a criança pode ter gripes e resfriados.3

Entre as possibilidades existentes no mercado, o pediatra pode indicar a linha Blumel, que veremos os principais benefícios a partir de agora.

Blumel Hedera

O xarope Blumel Hedera é um medicamento fitoterápico que tem efeito fluidificante, expectorante e broncodilatador, podendo ser usado na tosse, ajudando a eliminar o catarro e melhorar a respiração. Ele não tem açúcares, corantes e aromas artificiais na sua composição.4

Quer saber mais? Assista:

Blumel Imune Kids

É um suplemento alimentar, disponível em solução oral e em gomas, que contém o exclusivo Imuno Complex*, uma combinação das vitaminas A, C e D e os minerais Selênio e Zinco, auxiliando o sistema imune das crianças e pré-adolescentes. Além disso, esse produto é livre de açúcares, corantes e aromas artificiais.5

Aliás, separamos este vídeo que mostra os principais detalhes do Blumel Imune Kids, confira:

Blusoro Jet

O Blusoro Jet, por sua vez, é um spray nasal feito à base de cloreto de sódio, que não possui conservantes e auxilia no descongestionamento do nariz e na fluidificação da secreção. Ele ainda dispõe de um bico anatômico que libera um jato suave e contínuo, podendo ser utilizado diariamente.6

Abaixo, você confere outras informações:

Entendeu com quantos anos deve iniciar a relação entre crianças e tecnologia? Veja outros posts no nosso blog sobre saúde infantil!

Blumel Hedera. Extrato seco de folhas de Hedera helix L. Indicações: expectorante e mucofluidificante em caso de tosse produtiva. MS 1.5584.0409. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Dezembro/2022.

Blusoro. cloreto de sódio. Indicações: fluidificante e descongestionante nasal. MEDICAMENTO DE NOTIFICAÇÃO SIMPLIFICADA RDC ANVISA Nº 199/2006 AFE nº 1.07817-7. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Dezembro/2022. (mudar data quando o artigo for feito)

Blumel Imune Kids: Alimento isento de registro conforme RDC 27/2010. * Produto com concentração exclusiva no mercado.

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